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Em projeto alusivo a Copa, alunos entrevistam senegaleses

 

Através do Projeto Copa do Mundo 2018, a turma 25 do Ensino Fundamental Anos Iniciais, da professora Cristiane Dias, vivenciou um momento muito especial, juntamente com os senegaleses Moussa Séne e Ibra Sylla e com familiares de alunos, no fim de junho. Além das atividades desenvolvidas em sala de aula, tanto pela professora regente, como pelas professoras especialistas que também exploraram o tema, ainda houve a contribuição das famílias que juntamente com as crianças realizaram as atividades propostas, contribuindo ainda mais para o desenvolvimento das entrevistas que seriam realizadas.

O primeiro momento foi na sala de aula e a turma recebeu os senegaleses Moussa e Ibra, que se apresentaram ao grupo. Em seguida, os alunos também se apresentaram e, após, cada criança fez uma pergunta. “Todos nós estávamos muito entusiasmados e felizes com a visita dos senegaleses que além de responderem as perguntas nos ensinaram muito sobre a cultura do seu país, ensinaram uma dança, deram balas, tiraram fotos e ainda olharam a pedidos das crianças os trabalhos que a turma havia realizado sobre o Senegal e ouviram com muita atenção e também alegria as manifestações das crianças durante todo o encontro”, conta Cristiane.

O segundo momento da atividade, em parceria com a professora Ângela Dillenburg, da Tec Est., contou com entrevista pelo skype com o avô Willian Jones, da aluna Gabriella e com sua mãe Aidê Sturmer. Jones morou um tempo a trabalho no Senegal. Os alunos também fizeram as perguntas que já haviam elaborado anteriormente, tanto sobre o Senegal, como também pessoais ao avô, estimulando, além da troca de culturas, intercâmbio entre gerações. Algo fundamental para o processo de desenvolvimento de todas as pessoas.

“Ambos os momentos foram experiências que ficarão marcados em cada um de nós que nos envolvemos acerca do mesmo, mas fundamentalmente nas crianças que certamente sairão com um novo olhar em relação ao que conheceram sobre a cultura deste país, mas principalmente pelo respeito da história de todo o povo e ainda de refugiados que lutam diariamente fora de seus países em busca de oportunidades e de uma vida mais digna para si s suas famílias”, afirma Angela.